Apesar das derrotas significativas sofridas no Iraque, em 2014, e na Síria, em 2019, o Estado Islâmico (EI) começa a mostrar sinais de ressurgimento, especialmente no deserto de Badiya, na Síria. Embora o “califado” tenha sido desmantelado, alguns líderes do grupo permanecem ativos, reorganizando e treinando novos seguidores, de acordo com uma reportagem do The Wall Street Journal.
Autoridades dos Estados Unidos e da Síria relatam que o EI está concentrando suas operações na região de Badiya, onde está formando uma nova geração de homens-bomba. Paralelamente, o grupo tem dobrado o número de ataques contra forças aliadas no combate ao terrorismo, não apenas na Síria, mas também no Iraque, aumentando a preocupação internacional.
“Este foi o pior ano desde que derrotamos o Estado Islâmico”, afirmou a general Rohilat Afrin, comandante das Forças Democráticas Sírias (FDS), uma milícia curda apoiada pelos EUA. “Não importa o quanto você os derrube, eles tentarão se levantar novamente.”
Copyright © 2021-2026. Onjornal - Todos os direitos reservados.